Tradição não é passado. É prática.
Nascemos no porto do Rio de Janeiro em 1918, quando despacho se fazia à mão, entre armazéns e navios a vapor. Quatro gerações depois, o ofício é o mesmo: fazer cargas atravessarem a fronteira sem fricção. O que mudou foi a velocidade — hoje, a inteligência artificial calcula com um século de dados.
Um século em cinco marcos
A primeira casa de despacho aduaneiro abre as portas no porto do Rio de Janeiro, entre armazéns e navios a vapor.
A segunda geração assume o balcão, com alguns dos despachantes mais experientes da alfândega do Rio.
A casa incorpora-se como Guanabara Despachos e Serviços Aduaneiros, e a terceira geração dá escala à operação.
Pioneira na digitalização dos serviços aduaneiros: processos, documentos e acompanhamento migram do papel para a tela.
A quarta geração une o século de alfândega à tecnologia: inteligência artificial calculando, especialistas assinando.
O que já movemos
Não há segmento que a gente não atenda — a alfândega é a mesma. Estes são alguns exemplos de onde já provamos excelência, com nome e case.
Alimentos e agroindústria
Granjas automatizadas, moinhos e a avicultura que abastece o país.




Seu segmento não está na lista? É só porque ainda não contamos o case — conte sua operação.
O que não muda de geração em geração
Existimos para que atravessar a fronteira brasileira seja simples — com a segurança de um século de alfândega, na velocidade que o seu negócio precisa.
Cada caso é um caso
Nenhuma operação é tratada como rotina. Ouvimos antes de calcular — e o caminho que servia ao último cliente raramente é o do próximo.
Compromisso, não simulação
Número que entregamos é número que defendemos. Orçamento, prazo e estratégia saem daqui com alguém respondendo por eles.
Tradição em prática
Um século de alfândega não fica emoldurado na parede: é aplicado todos os dias, em cada classificação, licença e exigência.
Velocidade com fundamento
Ser mais rápido que todo mundo só vale se cada linha tiver fonte. Tecnologia acelera; o fundamento sustenta.